Copa das Confederações: Saúde lança campanha para mobilizar doadores de sangue durante os jogos

Nos períodos de grandes eventos, como o da Copa das Confederações, por exemplo, a procura por transfusão de sangue aumenta 15%. Para garantir os estoques nos bancos, o Ministério da Saúde aproveitou o Dia Mundial do Doador de Sangue , lembrado nesta sexta-feira (14), para lançar a nova campanha de incentivo à doação de sangue: Seja para quem for, seja doador. Este ano, a mobilização é direcionada ao jovem entre 16 e 29 anos, principalmente, os que vivem nas capitais onde serão realizados jogos da Copa das Confederações.
Atualmente, há três milhões e seiscentos mil doadores de sangue no Brasil. A meta do Ministério da Saúde é que, até 2014, pelos menos cinco milhões de pessoas sejam voluntárias. Ler mais

Google é maior empresa de mídia do mundo

A pesquisa Top Thirty Global Media Owners, realizado pela ZenithOptimedia, do grupo Publicis, revela em sua edição 2013 que o Google tornou-se o maior proprietário de mídia do mundo. Apesar de ter sido divulgada nesta semana, o resultado baseia-se em receitas globais relacionadas à publicidade em 2011, cujos dados estão mais consistentes.
Outra novidade é o aparecimento de uma empresa brasileira, pela primeira vez, no ranking: as Organizações Globo, que figuram na 17º posição. É também a segunda empresa de mercados emergentes a aparecer no Top 30 da ZenithOptimedia – a outra é a mexicana Televisa, 18º lugar. Também estrearam na lista Facebook, Microsoft, ProSiebenSat.1 (Alemanha) e Sanoma (Finlândia).
Segundo a pesquisa, a primazia do Google representa a escalada digital na receita publicitária. A gigante de buscas cresceu 39% desde a última pesquisa. Ela e os outros três impérios digitais que aparecem na lista – Yahoo (15ª posição), Microsoft (26ª) e Facebook (27ª) – movimentaram US$ 49,2 bilhões de receitas em 2011, o equivalente a 63,8% de toda movimentação financeira publicitária na internet naquele ano. Só o Google foi responsável por 49% do dinheiro publicitário digital de dois anos atrás. Ler mais

Conversão para GNV: faça a coisa certa

Com os frequentes aumentos no preço da gasolina, muitos motoristas optam pela conversão dos automóveis para Gás Natural Veicular, popularmente conhecido como GNV. Além de economizar, ao optar pelo gás passa-se a utilizar um tipo de combustível tão seguro quanto os demais existentes, porém menos poluente por deixar pouquíssimos resíduos no ar.
Se você ainda tem dúvidas sobre a conversão, a indicação é procurar uma instaladora do kit que seja credenciada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para buscar mais informações. A conversão correta também deve assegurar o melhor desempenho possível do veículo quando comparado a sua concepção original. Ler mais

Eu pratico esportes radicais. As seguradoras aceitam fazer meu seguro de vida?

Na contratação de seguro de vida, as seguradoras costumam perguntar aos interessados se praticam atividades físicas e quais são elas. No caso dos adeptos de esportes radicais, a sua proposta deve ser aceita, porque de acordo com o Código Civil a seguradora não pode recusá-la por esse motivo. No entanto, a seguradora pode cobrar um valor adicional ao preço do seguro (prêmio agravado), em função do maior risco que o segurado representa. Portanto, se você for indagado, não omita essa informação para ser aceito no seguro ou para pagar um prêmio menor. Saiba que a seguradora terá que pagar eventual sinistro mesmo que nas condições gerais do seguro exista restrição ao pagamento de indenização por acidente causado por esportes radicais. Isso acontece porque o artigo 799 do Código Civil estabelece que a seguradora não pode se recusar ao pagamento do seguro se a morte ou a incapacidade do segurado for decorrente da prática de esportes, ainda que na apólice a seguradora tenha se eximido dessa responsabilidade. Ler mais

Brasil reduz taxa de mortalidade infantil

O Brasil reduziu, mais uma vez, os índices de mortalidade infantil e melhorou quatro posições no ranking do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) de 2010 para 2011. A informação é do relatório Situação Mundial da Infância 2013, lançado nesta semana pela organização internacional. Segundo o relatório, o Brasil diminuiu de 19 para 16 a taxa de mortes por mil crianças menores de 5 anos. Na edição de 2012, com dados de 2010, o Brasil ocupava a 103º posição no ranking onde a primeira posição é ocupada pela pior taxa de mortalidade. Agora, o país está no 107º lugar.
De acordo com o documento, em 1970, cerca de 16,9 milhões de crianças menores de 5 anos morriam a cada ano. Em 2011, foi estimado que 6,9 milhões de crianças morreram antes do seu quinto ano de vida. O relatório também destaca ainda que o Brasil também vem adotando iniciativas de proteção social que incluem transferência monetária diretamente para crianças com deficiência.
Os dados divulgados pela Unicef confirmam os resultados positivos das políticas de saúde pública do Ministério da Saúde voltadas para a família, gestantes e crianças. No Brasil, a taxa de mortalidade infantil vem apresentando tendência constante de queda, com uma redução de 26,6 óbitos infantis por mil nascimentos em 2000 para 16,2 óbitos por mil nascimentos em 2010, o que representa uma diminuição de 39% neste período. Ler mais

Seguro de vida aos funcionários é benefício de mão dupla

Modelos de gestão mais humanizados e engajados com o bem estar do colaborador estão cada vez mais em voga entre o empresariado brasileiro. Seja de pequeno, médio ou grande porte, boa parte das empresas brasileiras já oferece seguro de vida ou de acidentes pessoais aos seus funcionários, uma vez que a qualidade de vida e a tranquilidade que esse seguro traz aos funcionários refletem claramente na melhora de sua produtividade.
A principal finalidade do seguro de vida é amparar as pessoas que dependem financeiramente do segurado definindo, por exemplo, filhos, cônjuges e pais como beneficiários. Nos produtos de Vida em Grupo, a cobertura básica é a morte por qualquer causa. Nos produtos de Acidentes Pessoais Coletivos, a cobertura básica engloba a morte por causa acidental e a invalidez permanente total ou parcial por acidente. Em ambos os casos, os valores recebidos pelos beneficiários não entram no inventário do falecido, portanto não existe risco de serem utilizados para quitar eventuais dívidas deixadas pelo segurado.
Dicas da Yasuda Seguros para contratação de Seguro de Vida em Grupo pelas empresas: Ler mais