Dieta para a memória
Uns dizem que peixe é bom, outros defendem as nozes ou o vinho. Mas, ao invés de comer mais de alguma coisa, a dieta boa para o cérebro parece ser... comer menos, sobretudo reduzindo carboidratos.
Essa é a conclusão de um estudo publicado na revista da Academia Nacional de Ciências dos EUA: idosos que experimentaram reduzir sua ingestão calórica durante três meses exibiram, ao final do período, uma melhora substancial de 20% em sua capacidade de memória verbal. Em comparação, os idosos que mantiveram sua dieta original, ou que adotaram uma dieta enriquecida em gorduras insaturadas, não tiveram nenhuma melhora de memória.
A melhora está associada a uma redução dos níveis de insulina no sangue, o que potencialmente diminui a atividade inflamatória como um todo e assim protegeria o cérebro de danos inflamatórios associados ao envelhecimento. Se o fator importante for de fato o nível de insulina, eis uma boa notícia para quem não gosta da idéia de simplesmente comer menos: reduzir a ingestão de carboidratos, sobretudo na forma de açúcares simples (leia-se doces), também é uma forma eficaz de reduzir a insulina no sangue. |
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